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Jorge Balbi
(Mx1), Swian Zanoni (Mx2), Milton Becker (Mx3), Anderson Amaral (Mx Junior),
Nivaldo Viena (CRF230) e Kioman Navarro (65cc) foram os grandes vencedores da
primeira etapa da Superliga Brasil de Motocross, disputada neste final de semana
no CETH (Centro Educacional de Trânsito Honda), em Indaiatuba (SP). A nova
competição reuniu os melhores pilotos e equipes do país e apresentou
infraestrutura de ponta, com transmissão de imagens ao vivo, arquibancadas
cobertas e áreas vips. No total, 243 pilotos de vários estados do país se
inscreveram.
MX1 – A principal categoria da Superliga brindou os presentes com uma incrível
corrida. Depois de uma largada ruim, o mineiro Jorge Balbi da equipe 2B Duracell
Racing mostrou por que é considerado um dos pilotos mais talentosos do Motocross
atual. Em uma espetacular recuperação, Balbi, que no início da prova se
encontrava na terceira posição, foi a caça de Wellington Garcia da Honda. O
mineiro ultrapassou, abriu vantagem a cada volta e conquistou o primeiro lugar.
MX2 – Disputas eletrizantes marcaram uma das principais categorias da
competição. Jean Ramos, piloto da equipe Honda, liderava a corrida até a quarta
volta, quando passou a sofrer uma forte pressão de seu companheiro de equipe,
Swian Ramos. Após intensa briga “caseira”, Swian ultrapassou Ramos e passou a
liderar a prova. Logo depois, Jean também foi ultrapassado por Jorge Balbi e uma
nova disputa teve início. Mesmo com a intensa aproximação, Swian segurou a ponta
e venceu a corrida no dia em que completou 22 anos. “Essa vitória é muito
especial, foi bem difícil controlar a ansiedade, principalmente hoje, meu
aniversário. Além disso, a pressão do Balbi foi bastante dura, meu preparo
físico foi muito importante para a conquista da vitória”, explicou o vencedor.
Em segundo lugar ficou o mineiro Jorge Balbi e em terceiro o paranaense Jean
Ramos.
MX3 – Uma disputa muito acirrada entre os pilotos Cristiano Lopes, David
Guimarães e Milton Becker, o Chumbinho, iniciou a MX3. Com todos os pilotos
imprimindo um ritmo muito forte nas primeiras voltas, Guimarães sustentava a
ponta até a quarta volta, quando sofreu uma queda na descida da Mata, deixando o
caminho livre para Lopes e Chumbinho duelarem pela primeira posição. O que se
viu nas voltas seguintes foi uma intensa briga entre os dois pilotos, até que o
catarinense Chumbinho assumiu a ponta, administrou a posição e conquistou a
vitória. “Foi uma prova excelente, minha equipe fez um ótimo trabalho e graças a
Deus consegui me superar mais uma vez”, avaliou o piloto da Pro Tork Racing
Team. Na segunda posição ficou o paranaense David Guimarães e em terceiro
Cristiano Lopes.
65cc – Uma corrida que parecia estar decidida desde a largada. Essa era a
impressão que se tinha até a última volta, quando o piloto Enzo Lopes, que
liderou praticamente toda a prova, caiu e foi ultrapassado por Kioman Munoz, o
grande vencedor. “Com a ajuda dos meus patrocinadores e de todos que me apoiaram
conquistei a vitória. Se não fossem eles não estaria aqui. Também quero
parabenizar o Enzo Lopes e o Djalma de Brito, respectivamente segundo e terceiro
colocados”, afirmou Munoz.
CRF230 – O piloto Murilo Tomazelli, de Indaiatuba, teve um bom início e começou
na frente. Na tentativa de assumir a ponta, Ismael Rojas passou a pressioná-lo,
porém, depois de forte perseguição, sofreu uma queda e foi ultrapassado por
Nivaldo Viana. A partir daí, a cada volta, Viana se aproximava mais de
Tomazelli, até que depois de tanto pressionar conseguiu a primeira posição e não
perdeu mais, vencendo a corrida. “Não fiz uma boa largada, quando isso acontece
tem que manter a calma e forçar o erro do piloto que está à frente. Com a
experiência que adquiri com os anos de motocross, sei que a calma é necessária
para o adversário sentir a pressão”, disse o piloto da 2B Duracell Racing.
Ismael Rojas, da Freire Motos, e Murilo Tomazelli, da IMS, ficaram em segundo e
terceiro colocados.
MXJR – Uma briga particular entre Endrews Armstrong e Anderson Amaral dominou a
prova. Os dois pilotos disputaram o primeiro lugar durante toda a corrida, até
que na última volta Amaral fez uma ultrapassagem polêmica em Armstrong e
conquistou a vitória. Após análise dos diretores de prova, o piloto foi
declarado vencedor. “Foi uma ultrapassagem bem difícil, muito bonita. Há muito
tempo não fazia uma dessas. É importante sempre acreditar no que está fazendo”,
falou Amaral. Na segunda posição chegou Endrews Nhemihes e em terceiro Diego
Henning.
A Superliga Brasil de Motocross tem patrocínio da Honda, Mobil e Aymoré
Financiamentos e co-patrocínio da Pirelli e do Consórcio Nacional Honda
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